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Amuletos & Talismãs

Amuleto é um objeto consagrado (geralmente uma pedra pequena e colorida, uma pedra preciosa ou parte de uma planta) magicamente carregado com poder para trazer amor ou boa sorte. Os amuletos, como as rezas e os talismãs, também podem ser usados para estimular a saúde, impedir os perigos e proteger contra as influências negativas, como o olho-grande. Os amuletos para o amor são usados pelos Bruxos como instrumentos mágicos para inspirar o amor e o romance, unir amores distanciados, atrair um cônjuge, evitar que um caso de amor se rompa e outras situações afins. Quase tudo pode ser usado como amuleto: uma pedra preciosa, uma figura religiosa, uma raiz, uma flor ou um osso. Podem ser levados na mão ou no bolso, usados como jóias, podem ser enterrados ou secretamente colocados em algum lugar dentro de casa, de um celeiro e até de um automóvel. Podem ser comprados, achados ou feitos. Podem também ser pintados ou receber inscrições de palavras mágicas ou de poder e/ou símbolos para atrair determinadas influências. O uso de amuletos é universal em quase todas as culturas, sendo familiar aos europeus e americanos mais modernos sob a forma do pé de coelho para dar boa sorte, dos trevos de quatro folhas, das ferraduras, dos anéis com a pedra do signo e das moedas de boa sorte.  Outro tipo de amuleto é o patuá: uma bolsinha de couro, seda ou algodão cheia de objetos mágicos, usada ou levada junto da pessoa para proteger ou para atrair determinadas coisas. Um patuá com ervas mágicas, folhas, flores ou raízes é chamado de "patuá de ervas para o amor" ou "sachê de Bruxo". Usados para a magia do amor são chamados de "patuás do amor" ou "mojos". Na região sul dos Estados Unidos, são conhecidos como "hoodoo hans", "tricks" e "tricken bags". Os nativos americanos chamam-nos de "medicine bundles", e, na áfrica, recebem o nome de "gris-gris".

Talismã é um objeto feito a mão, de qualquer feitio ou material, carregado de propriedades mágicas para trazer boa sorte ou fertilidade e para repelir a negatividade. Para carregar formalmente um talismã com poder é preciso primeiro gravá-lo e depois consagrá-lo. Inscrever nele os signos solar, lunar, astrológico, a data do nascimento, nome rúnico ou outro símbolo mágico que o personalize e lhe empreste um propósito.
O mais famoso de todos os talismãs mágicos é o triângulo Abracadabra que, nos tempos antigos, se acreditava possuir o poder de afastar as doenças e curar a febre quando as suas letras eram arrumadas em forma de pirâmide invertida (figura sagrada e símbolo da trindade) num pedaço de pergaminho, usado em torno do pescoço, enrolado com linho por nove dias e nove noites e, então, atirado sobre o ombro esquerdo num regato que corresse para o leste. (Diz-se que abracadabra é palavra cabalística derivada do nome "Abraxas", deidade gnóstica mística cujo nome significa "não me atinge".)



Fitas do Senhor do Bonfim




História das Fitas do Senhor do Bonfim

A fita do Senhor do Bonfim é uma instituição baiana. Não há turista que não compre pelo menos uma delas – e só no ano passado a cidade recebeu 2 milhões de visitantes –, fora os que as adquirem em feiras e bazares espalhados pelo país. Mas o célebre suvenir não passa de uma versão popular da fita do Bonfim original. Criada em 1809, ela desapareceu há cerca de meio século. E agora está prestes a ser relançada.

O NOVO E O VELHO

A fita de hoje é diferente da medida de 50 anos atrás

*Função

Era usada como colar, para carregar medalhas ou santinhos

*Origem

Chamava-se medida porque tinha o comprimento do braço direito da imagem do Senhor do Bonfim, exactos 47 centímetros

*Promessa

O fiel usava a fita para pagar uma promessa já atendida
A verdadeira fita era conhecida como medida do Bonfim. Tinha esse nome porque seu tamanho, 47 centímetros, corresponde ao comprimento do braço direito da estátua de Jesus Cristo, Senhor do Bonfim, que fica postada no altar-mor da igreja mais famosa da Bahia. A imagem foi esculpida em Setúbal, em Portugal, no século XVIII, mas a primeira fita só foi produzida no século seguinte. A peça, de seda, tinha o desenho e o nome do santo bordados à mão e o acabamento feito com tinta dourada ou prateada. Era usada no pescoço como um colar, no qual se penduravam medalhas e santinhos. A medida funcionava como uma moeda de troca. Ao pagar uma promessa, o fiel carregava uma foto ou uma pequena escultura de cera representando a parte do corpo curada com a ajuda do santo. Como lembrança, comprava uma dessas fitas, que simbolizava a própria igreja.  A fita actual é amarrada no pulso e precede o milagre: ao dar três nós no pano, a pessoa faz três pedidos, que só serão atendidos quando o tecido se desgastar e se romper. Não se sabe exactamente quando a transição começou, mas o fato é que a fita de pulso já era vendida nas ruas nos anos 60, quando foi adoptada pelos hippies como parte de um uniforme que incluía sandália e bolsa de couro. Hoje não existe um único exemplar da antiga medida, lembrada apenas na música "Trocando em Miúdos", de Chico Buarque ( Eu vou lhe deixar a medida do Bonfim/Não me valeu). As pesquisas para o relançamento do suvenir original já estão bem avançadas. "O objectivo é resgatar a tradição, e não banir do mercado a fita que se popularizou", explica Luiz Geraldo Urpia de Carvalho, membro da Irmandade da Devoção do Senhor Bom Jesus do Bonfim. "Elas não competem entre si. A medida é feita para entrar nos lares das pessoas." A fita que se conhece hoje pode ser de náilon – caso em que é produzida em São Paulo - ou de algodão - fabricada em Salvador por uma cooperativa de artesãos.
Para o historiador Cid Teixeira, a fita e a medida são sinais do sincretismo religioso baiano. "O cristianismo não admite que a divindade possa estar num objecto. O povo acrescenta à religião itens mágicos, como essas fitas, que incorporam o divino", explica. "Na Bahia é assim mesmo, Deus aqui tem várias identidades." A fé no poder da fita é uma adaptação de crenças das religiões africanas.

Diz a tradição que o uso das fitas de diversas cores que hoje em dia chamamos de FITAS DO SENHOR DO BONFIM advém do antigo costume de usar tiras de roupas de santos, para dar sorte ou protecção. Com o correr dos tempos, porém, roupas de santos tornaram-se cada vez mais difíceis de serem encontradas, sendo aos poucos substituídas por fitas coloridas que, ainda dentro da crença popular, devem ser atadas três vezes ao redor do pulso esquerdo e amarradas com três nós, aos quais correspondem três pedidos



O Martelo de Thor

O Martelo de Thor era o símbolo de poder dos Reis, consagrado por Deus nos povos do Norte. Este talismã favorece e procura êxito profissional.

**   Historia do Martelo   **

Chamando a Chuva

O Deus Nordico Thor, conhecido como o Deus do Trovão, era considerado um campeão dos Deuses e inimigo dos Gigantes e Ogros. Era muito popular entre o povo , como seu protector e amigo. Representações do seu Martelo magico, Mjollnir, são usadas ainda hoje. Ele conduzia uma carruagem puxada por dois bodes gigantes. E a sua esposa Sif, com o seu cabelo dourado, era uma deusa dos grãos e das colheitas. Apesar da sua fama ser um tanto impulsivo nos seus julgamentos, Thor era sempre amigo e companheiro de batalha confiavel.  Este era sempre representado com cabelos e barbas ruivas esvoaçantes e vestido com vestes de batalha. Thor regia a força, a lei e a ordem, a defesa, carvalhos, bodes, o trovão, relâmpagos, tempestades, o clima,
 colheitas, viagens mercantes, agua, coragem, confiança, vingança, protecção e batalha. Segundo a lenda, ele atacava as nuvens para que libertassem a chuva necessária para as plantações.

**  Ritual de Thor  **


Se possuir um pingente do martelo de Thor, utilize-o neste ritual. Tenha uma espada ou lança a mão; caso não possua nenhum destas, utilize a sua adaga ritual. Se exercer este ritual dentro de casa, abra um bom espaço. Se preferir, faça-o fora. No entanto, não saia de casa carregando um objecto metálico durante uma tempestade. Metais atraem os raios! Leve consigo um balde ou jarro de agua. Determine o centro da sua área de trabalho. Volte-se para o leste com a sua espada em uma das mãos e a jarra na outra. Aponte em direcção ao céu com a sua espada. E necessário libertar muita emoção neste ritual.

* Thor do Poderoso Martelo, envie os ventos húmidos sobre estas terras. (Derrame um pouco de agua) Liberte as suas aguas suavemente.
Volte-se para sul e aponte a espada.
* Thor da Carruagem de batalha, detenha o fogo celestial. (Derrame um pouco de agua) Afaste o relâmpago da Terra seca.
Volte-se para Oeste e aponte a espada.
* Thor, cuja barba e vermelha como o poente, desperte os Elementais da aguas. (Derrame um pouco de agua) Conduza-os na sua carruagem puxada por bodes.
Por fim, volte-se para o norte e aponte a sua espada.
* Poderoso Thor, amigo de todos os humanos, atinja as nuvens de tempestade com o seu malho. (Derrame um pouco de agua) Que o seu trovão ribombante abra as nuvens plenas de agua. Permaneça em pé novamente no centro da sua área de trabalho. Deixe a espada de lado e comece a girar lentamente no sentido horário. Simultaneamente, atire ao ar punhados da agua que restou na jarra. Derrame as ultimas gotas no solo. Afaste a jarra e pule ou dance ao redor da área, cantando:  ”Thor e a chuva retornam novamente!”. Imagine-se a dançar na chuva. Quando sentir-se prazerosamente cansado, agradeça a Thor e aos Elementais da agua por terem lhe atendido.



Olho de Horus

Este amuleto  esta ligado ao simbolismo da luz, do sol e do espirito. O olho direito foi associado a actividade, ao futuro e ao Sol, enquanto que o esquerdo, esta associado a passividade, ao passado e a Lua. Na Bíblia aparece como símbolo de omnisciência, vigilância e omnipresença de Deus. Atribui-se aos olhos um efeito magico e protector. Ele proporciona protecção, segurança, boa saúde, força e vigor.

 O olho de Hórus é descrito como uma mistura de olho humano e de falcão. Há dois tipos de Udjats, o que olha para a esquerda (Lua) e o que olha para a direita (Sol); juntos, formam os dois olhos de Hórus. Este amuleto trazia para os Egípcios grande protecção, dai que, o amuleto poderia ser colocado em qualquer parte do corpo do falecido e este, assim, se tornaria um deus, ocupando seu lugar no barco de Rá. O falecido, omparecendo ao Tribunal de Osíris, pronunciava as seguintes palavras: "O Deus Thoth trouxe o Udjat e fê-lo descansar depois de ter partido, ó Rá. Ele estava atrozmente aflito pela tempestade, mas Thoth fê-lo descansar e depois que ele saiu da tempestade. Eu estou ileso, e ele está ileso; eu estou ileso e ele está ileso; e Nebseni, o senhor da piedade está ileso."
A reverência mostrada aos genitores é uma das virtudes simbolizadas pelo Udjat, e o amuleto poderia ser usado como um substituto às oferendas que um filho deveria fazer diariamente  na tumba de seu pai. Acreditava-se que ele prevenia doenças e era capaz de ressuscitar os mortos.

 **Curiosidade **

Ritual Egípcio onde Horus era invocado 

Os rituais eram feitos pelos sacerdotes e eram acompanhados de encantamentos. Os rituais com incenso eram feitos no interior dos templos, aonde a estátua da divindade em questão ficava, longe dos olhos do público. O deus em questão (Amon, Hórus, etc) era então ungido gentilmente com óleos sagrados pelos sacerdotes. A queima dos incensos representava uma maneira de alcançar um poder maior, uma maneira de ligar a terra, ou os seres terrenos, ao Cosmos.

Uma das possíveis traduções para um encantamento da queima de incenso perante a divindade era como segue: 

" O incenso vem, o incenso vem...
O seu perfume cobre a ti...
O perfume do  Olho de Hórus cobre a ti....
O perfume da Deusa Nekhbet a qual vem do centro de Nekheb
limpa a ti, e adorna a ti, e coloca sobre ti as duas mãos.
Saúda a ti, oh incenso...
Tome para ti o Olho de Hórus...
O seu perfume cobre a ti..."

*Este texto foi encontrado sobre uma mesa de oferendas debaixo de uma tigela de incenso em El Amarna e foi datado, segundo os arqueólogos, do reinado de Amenhotep III . Mas sabe-se que ritual semelhante a este era muito usado durante o Festival de Opet em homenagem ao deus Amon em Karnak. Uma das primeiras formas de encantamentos são os textos das Pirâmides encontradas nas câmaras funerárias dos reis do Reino Antigo como o da Pirâmide do faraó Unas. Actualmente existem cópias apostiladas do Textos Sagrados das Pirâmides (em espanhol ). Um dos incensos neste mais usados neste tipo de rituais era o de Mirra.
 



Filtro dos sonhos
(Cata Sonhos ou Dream Catcher)



Existem várias lendas que explicam como o filtro surgiu. Uma das mais aceitas é a versão dos índios hoppis, do Arizona (EUA):

 **
Duas tribos estavam em guerra. As desarmonias energéticas, geradas pelas lutas, traziam pesadelos e não deixavam as crianças dormirem.
A Mãe-Búfala (Espírito-guardião) pediu ao Xamã da tribo que fizesse um círculo com um galho de árvore e deixasse uma aranha fiar uma teia dentro dele. Nesse círculo foram colocadas algumas pedras e penas para atrair as energias dos sonhos, dos pesadelos. O Filtro foi colocado na tenda das crianças. Elas se acalmaram e passaram a dormir bem. Pouco tempo depois, as tribos fizeram as pazes.  **


Desde então o DREAM CATCHER é usado como um filtro de sonhos caputador de energias desarmónicas.
Ele filtra as desarmonias prendendo-as nos nós da sua teia e deixando passar as energias harmónicas. As energias desarmónicas são desfeitas quando ele é exposto ao Sol.
No círculo de madeira são gravados os nomes dos Deuses das direcções sagradas:
Apu Uno (norte), Apu Pacha Mama (sul),
Apu Inti (leste), Apu Huaira (oeste).
O círculo é revestido com fibras naturais ou couro. Dentro dele é tecida uma teia onde são colocadas pedras, sementes, conchas ou metais que atraem as energias do ambiente e da pessoa que o carrega (que usa).
Trabalha o corpo físico, o corpo mental, o corpo emocional e a relação com as energias da Terra.
Depois de tecido, o DREAM CATCHER representa a teia da vida de cada pessoa e lhe traz energias que vão impulsioná-la a um caminho de equilíbrio e harmonia, trazendo alegria, paz e felicidade.
Cada filtro tem um dono. Além de trabalhar as energias do ambiente, fazendo com que as pessoas que frequentam o ambiente recebam apenas boas energias, ele ancora energias que vão trabalhar o corpo emocional da pessoa que é dona dele.
Depois de pronto, é feita uma leitura dessas energias para que seu dono saiba, exactamente, quais energias específicas o filtro vai ajudá-lo a trabalhar.
 
 

*Curiosidades:


No Brasil, os xavantes e os tupis fazem esse filtro.
O princípio é uma teia. Para os índios, a aranha simboliza a vida: tudo é resolvido na teia, é onde ela trabalha, come e dorme. Quando alguém faz o filtro, está   a tecer a vida de uma pessoa.
O filtro não deve ser feito com um objectivo determinado, como arrumar marido ou mudar de emprego. É feito para proteger das coisas negativas que vêm de fora e também das que estão dentro de cada um.

A mandala é formada por várias partes que têm um simbolismo:
- a parte de cima, um bambu com penas, trabalha a cabeça,
- a argola mexe com o corpo físico e a aura,
- a teia envolve o emocional,
- o que fica pendurado representa a energia que a pessoa está a viver no momento.

As pedras colocadas no filtro têm uma conexão com a roda medicinal dos índios, que era montada com pedras. Cada uma faz uma conexão: uma ensina a ter clareza, outra limpa mágoas, outra trabalha a cura e outra lida com medos.

Cada filtro é único. Em 21 dias, ele filtra os bloqueios que impedem que se faça o que se deseja. Depois disso, funciona como uma mandala de protecção. Deve ficar perto da pessoa, no quarto, por exemplo. Deve ser colocado no sol para limpar o filtro das energias negativas.
Quando a teia se rompe, ela deve ser jogada fora, ou em água corrente ou queimada.

 
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